domingo, 22 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ler+ para saber + sobre o 25 de Abril


Sinopse:


Explorando a metáfora da mudança no seio familiar com o nascimento de um bebé, este volume agrupa sete pequenas narrativas que, de forma original, dão voz a objectos inanimados, íntima e simbolicamente ligados à Revolução de Abril, ou ao tempo que a antecede. Percepcionados a partir de pontos de vista originais, alguns relativamente exíguos mas todos profundamente simbólicos, os acontecimentos da Revolução de Abril são recriados de forma acessível, com recurso a elementos reconhecíveis do quotidiano e, desta forma, tornados próximos do universo infantil.

Texto de Ana Margarida Ramos
Título: 7 x 25 Histórias da Liberdade


Autor(es):Margarida Fonseca Santos, Inês do Carmo

Ler+ para saber + sobre o 25 de Abril


Sinopse:


Esta narrativa breve, publicada pela primeira vez, em 1993, pela Associação 25 de Abril e pela APRIL, com suaves ilustrações de Manuela Bacelar, foi reeditada, agora, com uma componente pictórica mais dominante e forte, da autoria de Evelina Oliveira. Trata-se de uma obra que tem como leitmotiv a Memória e um momento crucial da História recente: a Revolução dos Cravos. Num registo vivo e emotivo, pontuado pela metáfora, pelas estruturas enumerativas polissindéticas e pelas notações sensoriais, nomeadamente auditivas e visuais, Manuel António Pina ficionaliza o antes, o durante e depois do 25 de Abril de 1974, deixando um apelo para que o «Dia da Liberdade» nunca deixe de ser lembrado e para que esse «País das Pessoas Tristes» não regresse. Detecta-se, neste conto, o cruzamento de um conjunto de binómios com importantes valências expressivas e simbólicas, designadmente: o estado de espírito “cinzento” das pessoas vs. o cenário “azul” que as envolve; a sua aparência fechada e silenciosa vs. a sua essência franca, aberta e dialogante; silêncio vs. canção; o passado vs. presente; o país das pessoas tristes vs. as terras dos visitantes; medo vs. coragem; opressão vs. liberdade; ditadura vs. democracia.

Texto de Sara Reis da Silva


Título: O tesouro


Autor(es): Manuel António Pina, Evelina Oliveira (Ilustrador)


Editora: Campo das Letras

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Sinopse:


Revisitação poética da história do 25 de Abril de 1974, com particular relevo para os antecedentes da Revolução, recriando a vida em Portugal durante a vigência do Estado Novo, Romance do 25 de Abril, de João Pedro Mésseder, sublinha ainda as consequências trágicas desse longo período da História portuguesa contemporânea, como as perseguições políticas, a censura e a Guerra Colonial, entre outros aspectos. A opção pelo "romance", enquanto género da literatura tradicional, permite a valorização da memória e do cariz épico da história narrada, destinada a perdurar pela transmissão de geração em geração. Com ilustrações de Alex Gozblau, o livro ganha uma especial identidade, vendo sublinhada a dimensão referencial da narrativa através da representação iconográfica fiel das figuras cimeiras do Estado Novo. As ilustrações sugerem de forma particularmente intensa a transição entre a Ditadura e a Liberdade, servindo-se da variação cromática com evidentes intenções semânticas e pragmáticas. Vejam-se, como elementos claramente significativos do ponto de vista visual, a articulação entre a capa e a contracapa, assim como a leitura das guardas iniciais e finais, retomando alguns dos motivos simbólicos mais significativos da época revisitada.

Texto de Ana Margarida Ramos



Título: Romance do 25 de Abril


Autor: João Pedro Mésseder


ILUSTRADOR: Alex GoZblou


Editor: Editorial Caminho

Ler+ para saber + sobre o 25 de Abril

Sinopse:


Este livro, com ilustrações de João Abel Manta, que reforçam o caráter documental da publicação, assume-se como um testemunho pessoal das memórias de Abril, sobrepondo-se, de forma consciente e voluntária, o fatual ao ficional, dando conta do significado simbólico da data e das consequências que teve para Portugal e para os portugueses, permitindo ao destinatário jovem tomar conhecimento de uma realidade aparentemente longínqua, mas crucial para a compreensão do momento atual. Nesta medida, são, sempre que possível, estabelecidas analogias com a realidade presente e com a vivência quotidiana do leitor, convidado a manter vivo o espírito de liberdade e de tolerância e os ideais da Revolução. Desde os antecedentes da Revolução, com especial destaque para a censura, para a emigração forçada dos jovens em resultado da pobreza e da opressão, para as perseguições políticas e para a guerra colonial, o autor percorre os momentos mais emblemáticos que caracterizaram este período.

Texto de: Ana Margarida Ramos

Título: O 25 de Abril Contado às Crianças… E aos Outros


Autor(es): José Jorge Letria, João Abel Manta (Ilustrador)


Editora:Terramar

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dia Mundial da Poesia (21 de Março)

O Dia Mundial da Poesia foi comemorado na biblioteca escolar,  com a leitura, exposição e recolha de poemas,  de autores portugueses e estrangeiros, escolhidos pelos alunos. Vivenciaram-se momentos mágicos de poesia, acompanhados por música, proporcionados pelos professores Isabel Almeida, Marina Mendonça, Sandra Ribeiro, Saúl Costa, Pedro Serrano,  Dr João Fraga (Representante da Associação de Pais) e Aurora Gralheiro, (utente da A.R.C.A.)

Tempo oportuno para a apresentação do Livro de Poesia: Amores E Desamores de Cátia Oliveira e de alguns colegas do 6ºano de escolaridade.

Os alunos do 6ºB, acompanhados com  a sua professora de Língua Portuguesa, Ana Paula Dionísio, foram os responsáveis por dar voz  a este livro, através das palavras ditas e declamadas dos seus próprios poemas e que lindos poemas.

Os professores de Educação Musical, Saúl Costa e Pedro Serrano ajudaram a emocionar a plateia. Os felizardos que assistiram às duas sessões realizadas foram os alunos do 2º,3ºe 4ºanos e do 2ºe 3ºciclos da Escola Sede. 

Durante a semana da leitura, muitos  alunos recitaram poemas em português, espanhol, e inglês e  partilharam-nos  com os colegas de outras turmas. Com muita alegria e entusiasmo, os alunos do 2º e 3ºciclos realizaram um bonito momento de poesia!

Foi também uma oportunidade para divulgar poemas de poetas portugueses e estrangeiros, escolhidos pelos alunos.

Esta atividade foi organizada em direta colaboração com os professores do Departamento de Línguas, a quem agradecemos.

A equipa da biblioteca, agradece ainda, as presenças do Representante da Associação de Pais, Dr João Fraga e Aurora Gralheiro, utente da A.R.C.A., que muito honraram a comunidade escolar com a sua mestria e talento.

Pela biblioteca, passaram grandes poetas como: Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, Luís de Camões, Sophia de Mello Breyner Andresen, Luísa Ducla Soares, entre outros …

Os alunos revelaram muito interesse pela atividade e aplaudiram todos os intervenientes, que lhes revelaram o gosto pela poesia.

Agora só temos que repetir a proeza!                                              

            Do momento, ficam as fotos.

sábado, 31 de março de 2012

Dia do Pai

O DIA DO PAI NA BIBLIOTECA ESCOLAR

Com o objetivo de fortalecer os laços familiares e sensibilizar os alunos para as efemérides e desenvolver a capacidade criativa, foram elaborados postais e poemas, alusivos ao dia do pai.

Poema para o Dia do Pai

Ter um Pai! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos;
É ter dois olhos no  mundo
Que veem pelos nossos olhos!
Ter um Pai! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra!
Ter um Pai! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
Seja um santo ou um ladrão;
Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado!
Ter um Pai! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher!
Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal!
Ter um Pai! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto!
Ter um Pai! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor!
Por mo fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor!
-- Florbela Espanca




Data Comemorativa: Dia do Pai

O Dia do Pai é uma celebração anual, que visa homenagear os pais.
O Dia do Pai em Portugal é comemorado no dia 19 de março. Celebra-se no dia de São José, santo popular da igreja católica. São José foi marido de Maria, mãe de Jesus Cristo.
A tradição manda que seja entregue uma prenda ao pai para homenagear o pai. As crianças costumam oferecer prendas simbólicas, como trabalhos manuais, músicas e poemas que fazem na escola. A família costuma reunir-se, muitas vezes com pais, tios e avós presentes, de forma a homenagear os pais da família.
A celebração da data vária de país para país. Além de Portugal, também celebram o Dia do Pai, no dia 19 de março, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia, Honduras e Liechstenstein.

Existem duas histórias sobre a origem do Dia do Pai:

Talvez, há mais de 4 mil anos, na Babilónia, um jovem chamado Elmesu pegou num pedaço de argila e moldou um pequeno cartão, para oferecer ao seu pai, onde escreveu uma mensagem desejando-lhe sorte, saúde e longa vida.

Sonora Luise e William Jackson Smart

Mas só em 1909, nos Estados Unidos, Sonora Luise resolveu criar um dia dedicado aos pais, motivada pela admiração que sentia pelo seu pai, William Jackson Smart, que era militar.

 

Em 1972, o presidente americano Richard Nixon oficializou o "Dia do Pai" (Father's Day).
(Inf. recolhida em: http://pt.wikipedia.org, http://www.junior.te.pt/ e http://www.calendarr.com)