"Os livros gostam
de ser amados, de
ser lidos e lembrados e
de crescer com os meninos com
que foram embalados. Os livros têm um sonho: o
de ver outros livros nascer para
que a paixão da leitura não
possa nunca morrer."
José Jorge Letria
Top Leitor 2011/2012
Lista dos leitores do ano da BE/CRE, que mais
livros requisitaram e leram no ano letivo2011-2012,relativamente ao empréstimo domiciliário.
- Cristiana Raquel O. Pereira – 5ºB- 29 livros requisitados
-
Jordan Dias - 6º B-29 livros requisitados
3º
- Francisco SolL. Fernandes – 7ºB-
28 livros requisitados
Parabéns!
Leiam muito nas férias.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Concurso de Verão "Vou
apresentar um Livro"
Para promover a leitura nas
férias grandes a editorial Caminho lançou o Concurso de Verão "Vou
apresentar um Livro" Este concurso está aberto a pessoas dos 7 aos 77
anos.
Decorre durante 3 meses – Julho, Agosto e
Setembro.
Para participar basta escolher um
livro de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e apresentá-lo de forma interessante
e dinâmica, convidando outras pessoas a ler esse livro.
Prepara as frases que te parececerem mais
sugestivas e realiza um vídeo de 1 a 3 minutos em que podes aparecer tu próprio
a fazer a apresentação. Se preferires ser realizador arranja quem queira ser
ator ou atriz sob a tua direção. A gravação pode ser feita com telemóvel,
câmara de vídeo, computador, Ipad, etc.
Coloca o vídeo no Youtube, a
partir de 15 de Junho, preenche a ficha com o endereço e com os teus dados
pessoais e envia-a paravouapresentarumlivro@gmail.com
As 5 melhores apresentações de
cada mês serão colocadas no site Uma Aventura para que a qualidade dos grandes
vencedores possa ser ser apreciada. Recebem ainda um livro autografado pelas
autoras, oferecido pela Editorial Caminho.
10 de junho - Dia de Portugal, de
Camões e das Comunidades Portuguesas
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra-se a 10 de junho, para assinalar a morte do nosso ilustre Luís Vaz de Camões, falecido a 10 de junho de 1580.
De 1933 até abril de 1974, o regime de Salazar deu outro significado ao 10 de junho, que passou a ser celebrado como o Dia da Raça (raça lusitana ou dos portugueses), com o propósito de exaltar a originalidade da raça portuguesa.
Desde a Revolução dos Cravos, esta data voltou a ter o seu significado original. É um dia assinalado não só em Portugal, mas também pelo mundo fora, entre as comunidades portuguesas a residir no estrangeiro.
Luís de Camões não é, como tu sabes, o único símbolo de Portugal. A nossa bandeira e o hino também representam a nossa nacionalidade.
A BANDEIRA
Com a instauração da República, um decreto da Assembleia Nacional Constituinte, datado de 19 de junho de 1911, aprovou a bandeira nacional, que substituiu a bandeira da Monarquia Constitucional.
Conheces o significado da nossa bandeira?
O VERMELHO é a cor da força, da coragem e da alegria e faz lembrar o sangue derramado pelos portugueses nas batalhas em que participaram.
O VERDE é a cor da esperança e foi escolhida para consagrar a Revolta de 31 de janeiro de 1891.
O BRANCO, ao centro da bandeira, é a cor da simplicidade, da harmonia e da paz. Assinala também o ciclo épico das nossas descobertas marítimas.
A ESFERA ARMILAR era o emblema pessoal de D. Manuel I, e ficou desde então na heráldica (conjunto de emblemas; brasão) nacional. Encontra-se na bandeira aprovada pelo Regime Republicano em homenagem aos Descobrimentos.
O ESCUDO DE ARMAS remete para a fundação da nacionalidade. As Quinas representam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques derrotou, na Batalha de Ourique.
Os CASTELOS representam as praças conquistadas aquando da fundação da nacionalidade.
O HINO NACIONAL
Sabias que a música foi composta por um senhor chamado Alfredo Keil e a letra é da autoria de Henrique Lopes de Mendonça?
Se quiseres ouvir o hino e, porque não..., cantar.
Desde os primórdios da Fundação de Portugal até ao fim do regime monárquico, foram inúmeras as bandeiras que tivemos. Cada um dos reis foi sempre escolhendo um símbolo representativo diferente. Dado que, uma vez mais, este é um tema vastíssimo para abordar aqui no blog limitar-me-ei a falar apenas da bandeira actual.
Foi esta bandeira, instituída em novembro de 1910, pouco depois da implantação da República em Portugal (5 de outubro. de 1910).Houve um grande debate para decidir se iriam manter-se as cores azul-branco da monarquia ou se adoptaria o verde-vermelho do Partido Republicano Português. Prevaleceu como já adivinharam a mudança de cores para a nova bandeira, tendo sido a mesma criada e desenhada por Columbano Bordalo Pinheiro, João Chagas e Abel Botelho.
Em 30 de junho de 1911 fez-se então o seu anúncio oficial. Seguidamente, foram logo confeccionadas em larga escala e distribuídas por todo o país para, logo, serem hasteadas em todas as repartições no dia 1 de dezembro, feriado, que se tornou, na altura, o Dia da Bandeira.
Embora tivesse havido quem discordasse da forma como todo este processo se desenrolou, o certo é que, ainda hoje, é este o símbolo considerado nacional.
A bandeira é rectangular (2:3), bipartida de verde e vermelho, ocupando a primeira cor ( a que fica junto à haste) dois quintos da largura e a segunda cor os restantes três quintos. Centrado na divisão o Brasão da República, constituído pelo escudo, em formato “português”, sobreposto a uma esfera armilar, cujo diâmetro deve ser igual a metade da altura da bandeira.
Naquilo que me pareceu essencial encontrei uma certa uniformidade. Noutros pormenores há ligeiras diferenças entre os vários autores que consultei..
Posto isto, aqui vai o que pesquisei, quando ao significado das cores e demais elementos que compõem a nossa bandeira:
-Cor Verde: O verde no ideário positivista e republicano (Sec.XIX e XX), simboliza as nações que são guiadas pela ciência. Na versão popular, simboliza a esperança no futuro.
-Cor Vermelho rubro: O vermelho é a cor das revoluções democráticas que, desde o Sec. XVIII percorreram a Europa, como a revolução de 1848, a Comuna de Paris (1871) ou a revolução republicana em Portugal, de 31 de janeiro de 1891. Simboliza a luta dos povos pelos grandes ideais de Igualdade, Fraternidade e Liberdade. Na versão popular simboliza os sacrifícios do povo português ao longo da sua história; a coragem e o sangue dos portugueses mortos em combate.
-Esfera armilar: Emblema do rei D. Manuel I, “O Venturoso”, (1469-1521) e que desde então se manteve presente nas bandeiras de Portugal. É amarela, orlada a preto e simboliza o Universo e a vocação universal dos portugueses. Na versão popular simboliza os descobrimentos portugueses, o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos Sec XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.
-Escudo: O Escudo de Armas, em encarnado, remete para a fundação de Portugal. Simboliza a afirmação da cultura ocidental no mundo e, em particular, dos seus valores cristãos. Os castelos, as quinas e os besantes evocam conquistas, vitórias e lendas ligadas à fundação de Portugal por D. Afonso Henriques, “O Conquistador”(1109-1185).
- As 5 quinas azuis simbolizam os 5 reis mouros que o mesmo D. Afonso Henriques venceu na Batalha de Ourique.
- Os pontos brancos dentro das quinas, também denominados besantes, simbolizam as 5 chagas de Cristo. Uma lenda conta que Jesus Cristo apareceu a D. Afonso Henriques, antes da Batalha de Ourique e lhe terá prometido a vitória. Contando as chagas de todas as quinas e duplicando as da quina do meio, encontramos a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo.
- Os 7 castelos, de cor amarela, simbolizam as localidades fortificadas que o nosso primeiro rei conquistou aos mouros.
Muito sucintamente é isto que, no seu conjunto, representa pois a nossa Bandeira Nacional.
“O Dia Mundial do Ambiente tem por objectivo
consciencializar as comunidades das atitudes tomadas para com o universo
ambiental, incentivando a defesa do ambiente para um futuro mais seguro e mais
próspero.”
Lembremo-nos
de S. Francisco,
o que nasceu em Assis
e falava com as águas,
com as árvores e com os bichos,
sentindo-se assim feliz
por respeitar todas as coisas
que eram a sua raiz.
E o homem poluidor
do nosso tempo moderno,
destruindo o ambiente,
além de não ser eterno,
acaba sempre por fazer,
mesmo sem o querer,
da nossa vida um inferno.
José Jorge Letria, O Livro dos Dias
Por isso devemos ensinar aos nossos
alunos desde pequenos a economizar água, reciclar o lixo, cuidar das plantas;
para que efetivamente tenhamos todos os dias dedicados ao Ambiente e não só o
dia 5 de Junho de cada ano.
Todos somos poucos para
cuidar desta casa comum!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Comemoração do Dia Mundial da Criança-1 de junho
A equipa
da biblioteca escolar promoveu um conjunto de atividades, no Dia Mundial da
Criança, que decorreram na biblioteca escolar, no Jardim de Infância de Santa
Cruz, e no Pólo de Carvalhais. Algumas turmas animaram este dia especial,
com a colagem de flores, contendo mensagens alusivas ao dia, nas portas de cada
uma das salas de aula e todas as turmas da escola sede visitaram a biblioteca,
onde puderam conhecer os seus direitos e deveres,
através de textos, ilustrações e desenhos. E como é costume, neste dia,
dar um presente aos mais novos, todos os alunos do agrupamento receberam um
lápis com mensagens, onde podiam ser lidos os direitos e pensamentos alusivos
ao dia.
Com o objetivo de fomentar o interesse, o gosto pelo livro e
adquirir o prazer da leitura, todas as turmas do 1ºciclo da Escola Sede, do
Pólo de Carvalhais e do Jardim de Infância de Santa Cruz da Trapa tiveram a
hora do conto, com a colaboração das docentes Rosa Silva Almeida, Cristina
Santos e da animadora Susana Duarte.
Um bem-haja às docentes que nos
proporcionaram com mestria, momentos de alegria e de aprendizagem, evidenciando
como se dá vida a uma história.
Foi visível, pela cara das crianças, que todas queriam que dias
como este, se repetissem muitas vezes...
É de louvar, mais uma vez, o firme empenho de todo o pessoal
docente e não docente envolvido, nas atividades deste dia.
Desta forma, considerámos que a
nossa missão tem sido levada a cabo, graças ao empenho de todos, bem como ao
apoio e compreensão da Direção da Escola.
Esta
iniciativa revelou-se muito positiva, uma vez que os alunos aderiram com grande
entusiasmo e interesse.
DIA EUROPEU DA SOLIDARIEDADE ENTRE GERAÇÕES, 29 DE ABRIL
Incentivar o diálogo entre alunos e idosos
Visando
assinalar a celebração do dia 29 de abril, Dia Europeu da Solidariedade entre
Gerações, sua Exª o Ministro da Educação
e Ciência Nuno Crato incentivou todas as escolas de Portugal a abrirem as
portas da sala de aula aos mais velhos, criando oportunidades de diálogo que teve
como principal objetivo combater estereótipos intergeracionais e,
simultaneamente, encorajar diferentes gerações a uma maior partilha de
experiências e conhecimentos.
Esta
iniciativa coloca a tónica no diálogo em torno do que significa envelhecer e
como podem os mais velhos e os jovens colaborar para promover uma vida melhor
para todos.
Assim,
a animadora, Dra Susana Duarte, em articulação com a equipa da biblioteca,
convidaram os idosos da instituição A.R.C.A., para irem à biblioteca e falarem
sobre as suas experiências, quer se refiram à escola, ao trabalho, à vida social
ou à família.
Com esta iniciativa pretendeu-se levar os nossos
alunos, desde o 1º ao 9º anos e os idosos a trocarem pontos de vista sobre o
que consideram importante na vida e lançar um debate mais vasto sobre os
valores em mutação na sociedade.
Trata-se de um dia
de especial relevo, no presente ano, uma vez que se celebra o Ano Europeu do
Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações.
As gerações mais velhas têm toda
uma vida de experiências e aprendizagens que podem ser partilhadas com os
nossos alunos, pelo que devem ser encontradas novas formas de aproximação entre
os jovens e os “menos jovens”.
O processo de aprendizagem
através da partilha conduzirá a uma maior consciencialização da sociedade para
o significado e importância do envelhecimento ativo. Este só pode ser bem sucedido, numa sociedade baseada na
solidariedade e na cooperação entre gerações.
Quando entram em contacto com idosos, as crianças desenvolvem um sentido
de responsabilidade, generosidade e solidariedade, tornando-se também mais
tolerantes. Ao aplicar os conceitos de aprendizagem partilhada e de
experimentação coletiva, aprendem o significado de entreajuda e respeito mútuo.
Além disso, os alunos adquirem competências sociais e cívicas.
Os discentes perceberam
a mensagem e por tudo isto, consideramos que o balanço desta atividade foi
positivo, pois os alunos ficaram sensibilizados para os assuntos abordados.
A sessão foi
encerrada com um agradecimento geral aos idosos pela sua participação e aos
professores Isabel Ribau e Saúl Costa na colaboração prestada, na atividade.
Este foi, sem
dúvida, um encontro intergeracional, onde a leitura e a música foram ponto de
união.