terça-feira, 30 de outubro de 2012
Sabes o
que se passa na noite de 31 de outubro para o dia 1 de novembro???
Se reparares no calendário da Igreja, cada dia tem o seu santo. No
entanto, há mais santos do que os 365 dias do ano...
Por isso a Igreja Católica escolheu o dia 1 de novembro
para os honrar a todos. Daí ser "Dia de Todos os Santos".
Ainda por cima é feriado, o que acontecerá só mais este ano...
No início do século VII, o Papa Bonifácio IV designou o dia 1 de
novembro como "O Dia de Todos os Santos". No século X, a Igreja
dedicou o dia 2 de novembro às almas, em memória de todos os falecidos.
Sabes de onde vem a palavra Halloween? É que Dia de Todos
os Santos diz-se em inglês All Hallows Day. E, como vais descobrir, a
noite anterior a este dia é muito importante, por isso Halloween é uma
abreviatura de All Hallows Even - "Noite de Todos os Santos"!
Halloween, Dia de Todos os Santos e Dia de Finados (dos Mortos)
passaram a fundir-se numa mesma tradição. Tudo isto se relaciona: os santos, a
vida, a morte, a festa..
Acreditava-se que na Noite das Bruxas os fantasmas voltavam à
Terra em busca de alimento e companhia para levarem para o outro mundo.
Assim, as pessoas pensavam que encontravam almas penadas se
saíssem de casa nessa noite.
Por isso, para não serem reconhecidas pelos fantasmas, usavam
máscaras quando saíam de casa, para serem confundidas com espíritos que andavam
à solta a tentar apanhar almas vivas. E para manter os espíritos longe de casa,
as pessoas colocavam tigelas de comida à porta para os satisfazer e os impedir
de entrar.
Também para se proteger, carregam lanternas, porque a luz e os
fantasmas não se dão muito bem... Uns são da noite e das trevas (escuridão e
morte) e a luz significa a vida.
"Pão por Deus"
Celebrar o Dia de Todos os Santos
Em Portugal, no dia de Todos os Santos, de manhã bem cedinho, as
crianças saem à rua em pequenos grupos para pedir o "Pão por Deus".
Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro!
Passeiam assim por toda a povoação e ao fim da manhã voltam com os seus sacos de pano cheios de romãs, maçãs, doces, bolachas, rebuçados, chocolates, castanhas, nozes e, às vezes, até dinheiro!
Há povoações em que se chama a este dia, o "Dia dos
Bolinhos".
Antigamente todas as pessoas iam pedir o "Pão por Deus"
porque havia muita pobreza e havia mesmo necessidade de pedir.
Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa
(comida e bebida) e, quando chegavam os pobres, entravam e comiam à vontade e à
saída ainda lhes davam mais alguma coisa.
Hoje já só pedem as crianças para não se perder a tradição. E
mesmo assim, só nas terras mais pequenas.
Sabias que aí é costume neste dia as pessoas confeccionarem broas
para comerem e darem?
Halloween - "trick or treat!"
A tradição de dar doces, guloseimas e frutas veio dos duendes (e
da Irlanda), que eram considerados maus pelos antigos celtas.
Nessa noite eles gostavam de pregar partidas ("tricks")
aos humanos.
Para lhes agradar e evitar as suas maldades, as pessoas deixavam
doces e frutas ("treats") à porta das suas casas.
Daí surgiu a famosa frase "trick ou treat" que dizem as
crianças norte-americanas (e canadianas) quando celebram o Halloween, o
Dia das Bruxas, e pode ser traduzida como "presentes ou partidas".
Já reparaste que esta história do «Pão por Deus» das crianças
portuguesas pedirem à porta das casas é parecida com a das crianças
norte-americanas?
Também para se protegerem deles, os miúdos carregam lanternas feitas
com uma abóbora escavada.
Essas lanternas também se põem à porta de casa, para espantar os
espíritos.
Desde há algum tempo, Portugal tem-se deixado influenciar por
muitos aspectos que não fazem parte da nossa cultura e tem celebrado o Halloween
nas escolas, clubes e até em centros comerciais, mas também deviam olhar
para as tradições que são mais nossas.
(Informação recolhida em
junior.te.pt)
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Encontro com
a escritora – Cristina Maya Caetano
O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa, no âmbito da
comemoração do Mês Internacional da Biblioteca Escolar, recebeu a escritora e
ilustradora Cristina Maya Caetano que apresentou, de uma forma dinâmica e
criativa, o seu livro infantil “Fadinha
Lótus, a procura”.
Assim,
os alunos do Jardim de Infância e 1ºciclo do Polo de Carvalhais, do
Jardim de Infância de Santa Cruz da Trapa, do 1º ciclo da Escola Sede e alguns alunos do
2º ciclo foram envolvidos, de uma forma entusiástica, no enredo da história,
que lhes foi contada, de uma forma mágica, pela autora.
Uma experiência que, sem dúvida, foi inesquecível para todos!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
BIOBIBLIOGRAFIA DE
CRISTINA MAYA CAETANO
Cristina Maya Caetano nasceu em
Angola, viveu em Moçambique e presentemente mora em Aveiro - Portugal. É
licenciada em Planeamento Regional e Urbano pela Universidade de Aveiro;
Pós-graduada em Estudos Europeus e Comunitários pelo Instituto Superior de
Ciências da Informação e da Administração (ISCIA) em Aveiro e, Mestre em
Estudos Africanos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem Curso
de Monitora de Artes Decorativas em Madeira e
Curso de Monitora de Artes Decorativas.
Frequentou Curso de Verão
“Oficina de artes - pintura a óleo” e, um semestre num Curso de Pintura e
Desenho, pela Universidade de Aveiro - Associação do Conservatório Regional de
Aveiro - Calouste Gulbenkian. Tem formação em Contadores de Histórias (Clai-
Aveiro).
Tem vasta experiência
profissional, que passa desde Professora, Agente de Desenvolvimento, Diretora
de Serviços, Técnica Superior de Planeamento Regional e Urbano.
Pintora e escritora (na área das
crónicas; poesia; contos infantis e romances), foi cronista no Jornal de
Abrantes, Jornal Diário de Aveiro e na Rádio FM Aveiro e atualmente é cronista
no Jornal Pinhel Falcão e Jornal Raiz On-line com a crónica Ver e Sentir.
Editou o seu primeiro livro em 2004, Conhecer o teatro em Moçambique e, ilustra
os seus próprios livros como é o caso da coleção de sete volumes da Fadinha
Lótus, cujo primeiro número, “A Procura”, foi editado em Dezembro de 2008. Em
2009, participa na Antologia do Amor da U.L.L.A e na Antologia De Poesia
Contemporânea Entre O Sono E O Sonho.
Em 2001, iniciou a sua
participação em várias exposições coletivas de artes decorativas e de
artes-plásticas. Tem vários quadros em diversas Instituições.
Em 2008, participa com mais 17
artistas da Aveiro Arte na realização de um Painel dos Direitos Humanos exposto
na entrada da Estação de Caminho-de-ferro de Aveiro, no âmbito das comemorações
do 60.º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
ENCANTADO JARDIM
Num qualquer imaculado jardim...
Entre árvores habitando,
Flores, de casa servindo,
Em riachos e lagos residindo,
Fantásticos seres, que em comunidade vivem e bem o apreciam,
Em todo o lado existem.
Entre árvores habitando,
Flores, de casa servindo,
Em riachos e lagos residindo,
Fantásticos seres, que em comunidade vivem e bem o apreciam,
Em todo o lado existem.
Em sintonia com a natureza mãe,
Uns, o vento amigo, sementes de campainhas e miosótis espalhar ajuda,
Outros, deliciosos perfumes de pétalas confecionam,
Uns, o vento amigo, sementes de campainhas e miosótis espalhar ajuda,
Outros, deliciosos perfumes de pétalas confecionam,
Já os mais artísticos, diferentes tonalidades de amarelo e vermelho as folhas pintam.
Todos, de um mágico cenário acompanhados,
Um adorável tapete de flores, que a vida celebra,
Pequeninos seres, de cintilantes vestidos,
Dançam e comemoram.
Abrigo, alimento,
Roupa e mágicas poções,
Tais flores proporcionam.
E nunca, nada ao acaso fica!
Pétalas azuis e cor-de-rosa de pequeníssimos miosótis,
Mensagens a todos os amigos do bosque levam,
Sempre com o amigo vento a acompanhar,
E o sol amigo a brilhar,
Festejar vida é!
Todos, de um mágico cenário acompanhados,
Um adorável tapete de flores, que a vida celebra,
Pequeninos seres, de cintilantes vestidos,
Dançam e comemoram.
Abrigo, alimento,
Roupa e mágicas poções,
Tais flores proporcionam.
E nunca, nada ao acaso fica!
Pétalas azuis e cor-de-rosa de pequeníssimos miosótis,
Mensagens a todos os amigos do bosque levam,
Sempre com o amigo vento a acompanhar,
E o sol amigo a brilhar,
Festejar vida é!
Seja ao som do suave tilintar dos arbustos madressilvas,
Que de flores brancas, em amarelas se transmutam,
Sem nada em troca pedir, todo o bosque perfumam.
Seja com as pendentes campânulas brancas, que boas noticias trazem,
Ou com uma generosa cobertura de campainhas que sempre bem fica....
Vida, sempre, continua a ser!
Fadas, duendes, ninfas, gnomos,
Alegremente convivem,
A partilha reforçando,
E amizade cimentando.
Que bem os humanos ensinam,
Pois ventura é saber viver,
Tal como num idílico jardim,
Num ápice,
Numa cidade, humanizada transformada
Que de flores brancas, em amarelas se transmutam,
Sem nada em troca pedir, todo o bosque perfumam.
Seja com as pendentes campânulas brancas, que boas noticias trazem,
Ou com uma generosa cobertura de campainhas que sempre bem fica....
Vida, sempre, continua a ser!
Fadas, duendes, ninfas, gnomos,
Alegremente convivem,
A partilha reforçando,
E amizade cimentando.
Que bem os humanos ensinam,
Pois ventura é saber viver,
Tal como num idílico jardim,
Num ápice,
Numa cidade, humanizada transformada
AUTOR: Cristina Maya Caetano
FLORAIS OUTONAIS
Ténue, a luminosidade fica,
Diminui
o dia,
Aumenta
a noite.
Mas
as estrelas, o sol, a lua,
Permanecem
lá,
A
brilhar, a brilhar,
E as
flores, a nascer continuam!
Amarelado,
vermelhado, alaranjado,
Tons
comuns se tornam,
As
cores, outras, todas,
Num
cuidadoso florir unem-se,
Majestosos
outonais florais,
Essas
incógnitas flores,
Para
uns e outros desconhecidas,
Na
alma bordadas,
A cor
de todas as flores tem!
Estado
de espírito,
Outono
parece,
Das cinzas,
renasce,
Floresce!
Pintado
a vários tons,
Garridos,
mesclados, discretos,
O
outro lado da alma,
Numa
dimensão e visão outras,
Florejar
sorrisos,
Novo
ciclo denunciam,
Qualquer
ser encantam,
E
nova vida inicia!
Natural,
Como
um bom filho,
Da
Natureza Mãe!
AUTOR:Cristina Maya
Caetano
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Visitas guiadas à BE e formação do
utilizador;
Encontro com a contadora e ilustradora
de histórias, Cristina Maya Caetano, para os alunos do Pré-Escolar 1º e 2º Ciclos;
Produção de pequenos textos e frases
acerca de um livro que tenham requisitado na nossa biblioteca;
Pequenos trabalhos de pesquisa sobre o
significado e origem da palavra “biblioteca”;
Pesquisa sobre a evolução das
Bibliotecas Escolares;
Bibliopaper, todos os dias a partir
das 10 horas;
Apresentações multimédia sobre as
bibliotecas.
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