segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

sábado, 12 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Os símbolos do Natal

Porquê o presépio, a árvore de Natal, o Pai Natal e outros?

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Descobre como é festejado o Natal noutros países

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O Dia Internacional dos Direitos Humanos


O Dia Internacional dos Direitos Humanos é celebrado anualmente a 10 de dezembro.

A data visa homenagear o empenho e dedicação de todos os cidadãos defensores dos direitos humanos e colocar um ponto final a todos os tipos de discriminação, promovendo a igualdade entre todos os cidadãos.

Comemoração do Dia dos Direitos Humanos

A celebração da data foi escolhida para honrar o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, a 10 de dezembro de 1948, a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Esta declaração foi assinada por 58 estados e teve como objetivo promover a paz e a preservação da humanidade após os conflitos da 2ª Guerra Mundial que vitimaram milhões de pessoas.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem enumera os direitos humanos básicos que devem assistir a todos os cidadãos.

Este dia é um dos pontos altos na agenda das Nações Unidas, decorrendo várias iniciativas a nível mundial de promoção e defesa dos direitos do homem.

O dia 10 de dezembro é também marcado pelo entrega do Prémio Nobel da Paz.

Comemoração do Dia dos Direitos Humanos em Portugal

Em Portugal, a Assembleia da República reconheceu a grande importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem ao aprovar, em 1998, a Resolução que vigora até hoje, na qual deixou instituído que o dia 10 de dezembro deveria ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Gui e o Natal Verde no Planeta Azul


"Gui e o Natal Verde no Planeta Azul” conta a história de um menino preocupado com os outros meninos e com o Ambiente, que se vê envolvido numa aventura mágica na noite de Natal. Este é um livro recheado de mensagens pedagógicas sobre reciclagem, separação dos lixos e sobre a importância da partilha e da solidariedade social para a construção de um mundo melhor.
Para aceder à história podes clicar aqui:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

BIOBIBLIOGRAFIA

Sobre a autora Maria da Conceição Sousa Vicente, natural de Águeda, é licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e exerceu funções docentes na Escola E.B. 2,3 Fernando Caldeira de Águeda, tendo ocupado diversos cargos no âmbito da gestão (presidente do Conselho Diretivo, presidente da Assembleia de Escola) e da articulação curricular (coordenadora do Departamento de Línguas, delegada de Língua Portuguesa). Esteve, ainda, ligada à formação de professores como orientadora de estágio (Língua Portuguesa), nas diversas versões tuteladas pelo Ministério da Educação ou integradas nas licenciaturas em ensino da Universidade de Aveiro. 
É colaboradora da Porto Editora, desde 2001 (produção de materiais de apoio de carácter pedagógico-didático, no âmbito da Língua Portuguesa), sendo da sua responsabilidade os seguintes trabalhos:
•Preparação para a Prova de Aferição 2002 – 6.º ano;
•Guião de exploração de um vídeo educativo (História da Praia Grande, de João Paulo Seara Cardoso – representação do Teatro de Marionetas do Porto);
•Cadernos de Revisão (secção de Língua Portuguesa) – 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º anos;
•Coleção Férias (Língua Portuguesa) – 9 -10 anos e 11-12 anos.

É autora dos livros:
•Preparação para as Provas de Aferição 2008 – 6.º ano, Porto Editora;
•Preparação para as Provas de Aferição 2009 – 6.º ano, Porto Editora;
Preparação para as Provas de Aferição 2010 – 6.º ano, Porto Editora;
Bichos faz-de-conta, Porto Editora;
Histórias Assim e a Sério, Ed. Trinta Por Uma Linha;
O Diabo do Alfusqeuiro, Ed. Trinta Por Uma Linha;
A Bicha Moira, Ed. Trinta Por Uma Linha;
O Lavrador e o Lobo, Ed. Trinta Por Uma Linha.

PREPARAÇÃO PARA A PROVA FINAL 2016 - PORTUGUÊS, 6º
MARIA DA CONCEIÇÃO SOUSA VICENTE
ISBN - 9789720201447
PORTO EDITORA
Este livro inclui: • Resumo da matéria, permitindo a preparação para a prova ao logo do ano • Apresentação de conteúdos apoiada em esquemas e exemplos • Exercícios de aplicação com soluções • Conselhos úteis de preparação para a prova • Propostas de provas com sugestões de resolução • Provas Finais de 2015 (1.ª e 2.ª fase) resolvidas
Para ajudar a preparar este encontro, deixamos aqui alguma informação:

         
   O Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa vai organizar mais uma Feira do Livro. Decorrerá na semana de 14 a 17 de dezembro, na Biblioteca, procurando dar consecução a objetivos do Plano Nacional de Leitura (PNL), nomeadamente, promover o gosto pelo livro e fomentar hábitos de leitura. Os livros são fornecidos pela Livraria  LeYa na Pretexto e vão poder ser adquiridos por um preço mais baixo do que o preço de capa.
   Além de publicações de apoio ao currículo, como por exemplo dicionários, gramáticas, livros de atividades, enciclopédias, livros científicos e informação cultural, vão estar patentes um grande número de obras de literatura nacional e estrangeira, para todas as idades.
   A atividade está vocacionada para toda a comunidade educativa, que será muito bem-vinda à Biblioteca Escolar e já foram enviados convites aos Pais / Encarregados de Educação. 


   No dia 15 de dezembro, com o objetivo de criar uma maior proximidade com a leitura, haverá um encontro com a escritora Maria da Conceição Sousa Vicente, para os alunos do 1ºciclo e pré-escolar do agrupamento. Assim, estarão à venda os livros da escritora acima referida.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Dia Mundial da Luta Contra a Sida

    Iniciou-se o mês de dezembro com a comemoração da Restauração da Independência de Portugal e do Dia Mundial da Luta Contra a Sida.
    Assim, esteve exposta na Biblioteca Escolar uma resenha histórica sobre a Restauração da Independência de Portugal. 
    Relativamente ao Dia Mundial da Luta Contra a Sida, foi igualmente exposta informação sobre a doença, nomeadamente sobre o seu surgimento, características da doença, meios de transmissão e formas de evitar o seu contágio. De um modo geral, os alunos demonstraram estar informados acerca da mesma.




sábado, 5 de dezembro de 2015

Comemoração do 1º de dezembro

No dia 1 de dezembro comemorou-se a Restauração da Independência de Portugal. O Grupo de História e a Equipa da Biblioteca assinalaram esta a data com uma exposição de trabalhos dos alunos e um painel expositivo alusivo a esta temática. Os alunos tiveram oportunidade de conhecer os livros existentes na biblioteca, relacionados com este tema. 


Retrato de D. João IV, por Avelar Rebelo, em 1643 (Paço de Vila Viçosa)
Na manhã do 1.º de Dezembro de 1640, um grupo de nobres atacou a sede do governo em Lisboa (Paço da Ribeira), prendeu a duquesa de Mântua, e matou ou feriu alguns membros da guarnição militar e funcionários, entre os quais o Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos. 
Os primeiros no assalto foram Jorge de Melo, Estevão da Cunha e António de Melo e Castro. Seguidamente, os revoltosos percorreram a cidade, aclamando o novo estado de coisas, secundados pelo entusiasmo popular.
D. João foi aclamado como D. João IV, entrando em Lisboa alguns dias mais tarde. Por quase todo o Portugal metropolitano e ultramarino as notícias da mudança do regime e do novo juramento de fidelidade ao Bragança foram recebidas e obedecidas sem qualquer dúvida. Apenas Ceuta permaneceu fiel à causa de Filipe IV.
Como “governadores”, para gerirem os negócios públicos até à chegada do novo rei, foram escolhidos o arcebispo de Lisboa, D. Rodrigo da Cunha, o de Braga, D. Sebastião de Matos de Noronha, e o visconde de Vila Nova de Cerveira, D. Lourenço de Lima. 
D. João IV entrou em Lisboa a 6 de Dezembro, cessando nesta data as funções dos “governadores”.

Para saberes mais podes consultar:

Restauração da Independência


Algumas fotos que retratam esta atividade e o envolvimento dos alunos na mesma.



  








sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

UM LIVRO: A CASA DOS SONHOS

    Um livro é uma casa grande, com todos os quartos que quisermos ocupar e que está implantada no lugar do mundo que mais nos convier.
    Um livro é um espelho onde nos podemos ver mas com corpo de homem, ou de mulher, de cor negra, ou branca ou aos quadradinhos, com cabelo ruivo ou louro ou de todas as cores.
    Um livro é uma fonte de água muito límpida e muito fresca que nos mata a sede à hora que quisermos.
    Um livro é uma árvore que nos dá a sombra e nos mostra as raízes diversas que povoam o chão.
    Um livro pode ser uma travesseira ou um bálsamo.
    Um livro pode ser um despertador mais estridente que os mais sibilantes despertadores.
    Um livro pode levar-se para toda a parte - até para a banheira - e, muitas vezes agarra-se à pele de quem o lê e nunca mais na vida é capaz de o esquecer.
    Um livro é o ser mais paciente do mundo. Espera por um leitor a vida inteira.
    Não leem livros os desafortunados que nunca tiveram a oportunidade de provar os sabores do sonho, da sabedoria e da vida.
    Senhor, tende piedade deles!
António Mota 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

TRADIÇÕES DE NATAL NO MUNDO



quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura 
para projetos relacionados com o Natal

«Tudo parecia pronto para a ceia de Natal com a minha família. E afinal, pobre de mim, que incrível véspera de Natal me esperava! Andei a apanhar cem mil bombons de queijo, passou-me um tir em cima da cauda, até a minha casa pegou fogo, Mas foram tantos roedores a ajudar-me! Sim, no Natal todos se sentem melhores. Que bom se fosse assim o ano todo!»
Livro recomendado para projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Neste conto, Gaspar, Melchior e Baltasar deixam para trás o ouro, a segurança da ciência, o apoio dos poderosos e as mentiras dos mais fortes, para seguir uma estrela que se ergue a Oriente. No silêncio da noite, esta luz revela a alegria de uma Boa Nova. Plano Nacional de Leitura. Livro recomendado no Programa de Português do 6.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de dificuldade I.

Neste livro, Sophia recria, de forma muito pessoal, dois contos tradicionais japoneses.
Com «A árvore» e «O espelho ou o retrato vivo» somos transportados para o exotismo do Oriente, mas encontramos, como em tantas outras obras da autora, na primeira história, a valorização da natureza, da harmonia e do equilíbrio; na segunda, a importância dos laços familiares e das vivências afetivas. 

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Excelente livro cuja história se passa numa aldeia longínqua onde o Inverno chega mais cedo. Quando as férias de Natal de Manuel e das outras crianças se aproximam, a expectativa de que o Natal chegasse mais rápido é cada vez maior. Os preparativos para o Natal concediam a este ambiente caseiro uma atmosfera harmoniosa, em que as crianças faziam os pedidos ao Menino Jesus. Mas no fim há uma surpresa: o pai de Manuel regressa do Brasil, onde estava emigrado, na noite de Natal.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Neste Livro de Natal se cruzam tempos já bem remotos, tempos que sempre cuidamos que passem por nós, tempos que devagarinho vamos guardando reinventados para quem os quiser ler e descobrir nos dias de um futuro. Tempos aconchegados à lareira da memória, soltos na clareira das nossas mãos abertas, sempre as primeiras palavras de uma história.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. O próprio título pisca o olho ao pequeno leitor, apresentando-lhe um «mundo às avessas» em que o Pai Natal está triste porque ninguém lhe dá prendas. Entram depois em cena, trazendo-lhe presentes, figuras de contos tradicionais que as crianças conhecem bem: o Capuchinho Vermelho, a Gata Borralheira, o João Ratão, a Bruxa da Casinha de Chocolate, a Raposa e o Lobo Mau. Esta pequena história, marcada por um humor subtil, acaba de modo feliz, com todos participando numa inédita ceia de Natal.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. O Frik, o pequeno cocker preto que ficaste a conhecer na sua primeira história - Chamo-me Frik e já Tenho Dono - tem andado muito admirado com um objecto estranho que apareceu lá em casa. Parece uma árvore, mas não é. Em vez de folhas tem umas agulhas muito afiadas que…au, au, au… lhe picam o focinho sempre que ele tenta aproximar-se. Mas por que será que toda a gente anda tão interessada naquela coisa cheia de agulhas? Foi só quando o Pedro pegou nele ao colo e lhe explicou o que se passava que pôde finalmente compreender tudo. Aquilo era um pinheiro, e estava assim todo bonito porque era Natal, uma época muito especial, segundo disse o Pedro, e o Frik acreditou porque todos estavam muito felizes e havia presentes para toda a gente. Até ele recebeu uma prenda maravilhosa. Mas não te vou contar o que foi porque é muito mais engraçado leres esta nova história do Frik e seres tu a descobrir como foi o primeiro Natal deste cachorrinho amoroso. A linguagem simples mas apelativa e original conjugada com magníficas ilustrações, vão decerto atrair a atenção das crianças. Uma edição que prima pela qualidade e acabamento gráficos, sendo cartonada e contando o miolo com papel especial.
Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos. No Inverno, não há no vale dos ursos nem cogumelos, nem amoras, nem mel; só neve, neve e mais neve… É por isso que, nessa altura, todos os ursos, grandes e pequenos, vão para a cama e fazem o seu sono de Inverno. Mas, este ano, nem todos os ursos estão a dormir… O Simão, por mais voltas que dê na cama, não consegue adormecer! Há uma coisa que não lhe sai da cabeça: será que o Pai Natal não se vai esquecer dele? Pelo sim pelo não, o Simão resolve fazer-lhe um sinal… Resultará? Uma nova e encantadora colecção de álbuns ilustrados de Natal, centrada num pequeno e ternurento ursinho: o ursinho Simão que, entre outras coisas, adora o Natal!
Originário da Alemanha, onde foi criado em 1999, o ursinho Simão (Berti, no original) tem vindo a conquistar, de ano para ano, cada vez mais adeptos em todo o mundo. 
Encontra-se neste momento traduzido em 14 línguas e goza de verdadeiro estatuto de "estrela" nos países da Europa central.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

A MAGIA DO NATAL EM HISTÓRIAS INTEMPORAIS QUE MARCARAM GERAÇÕES EM TODO O MUNDO 

Este álbum de Natal é uma compilação de contos originários dos quatro cantos do mundo, ilustrados a várias mãos e transbordantes de espírito natalício! 
Desde os mais clássicos e conhecidos - como os de Charles Dickens, de Hans Christian Andersen e dos irmãos Grimm - a outros mais actuais e inovadores, os contos deste maravilhoso livro são ecléticos e abrangentes, pois tocam os vários aspectos desta quadra festiva. 
Trata-se de uma segunda edição de um livro originalmente publicado em 2004 e entretanto recomendado pelo Plano Nacional de Leitura.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Melhor Álbum de Ilustração Infantil dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada 2005, atribuídos pelo 16.º Festival Internacional de BD da Amadora Excerto É Dezembro. Na Lapónia, andam todos muito atarefados. O carteiro entrega as cartas, a secretária do Pai Natal, a rena Rodolfa, lê-as e procura as prendas pedidas nas prateleiras, as outras renas preparam-se para a grande corrida de Dezembro. Só o Pai Natal parece não ter pressas. Mas, quando estão já de partida, descobre-se que o provérbio de que o Pai Natal tanto gosta — «Devagar, que tenho pressa» — está mesmo certo. Do que é que a rena Rodolfa se foi esquecer?! O Pai Natal Preguiçoso e a Rena Rodolfa de Ana Saldanha


Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Histórias de Natal Contadas em Verso é um livro que procura recuperar o imaginário natalício nas suas expressões mais originais e mais puras. Por isso, nestas paginas, o conceiro de Natal aparece rodeado dos valores universais da amizade e da fraternidade, seja no teor das histórias seja na simbologia das personagens: o palhacito, o gaiteiro, a moleirinha, os pastores, os três reis do Oriente, entre outros.  A enriquecer o livro, há ainda uma pequena peça de teatro de Natal ( " A Procura de Uma Estrela " ) para ser representada pelos mais pequenos na sala de aula ou em festas natalícias, e que pode constituir-se num excelente instrumento também para professores, educadores e pais.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos. Um magnífico álbum de Natal, maravilhosamente ilustrado e com todos os ingredientes para uma festa de sonho: belíssimas histórias de animaizinhos, duendes e fadas, várias receitas de deliciosas bolachas e biscoitos e ideias originais para a decoração da tua árvore de Natal.

Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade. Ariela, uma pequena fada de asas transparentes, ficou muito curiosa quando soube da existência de uma cidade cinzenta. Porque teria perdido a cor? Como seriam os seus habitantes? As crianças seriam felizes?  Descobre o que Ariela e as suas amiguinhas vão fazer para tornar especial o Natal nesta cidade cinzenta...


Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos. O Natal é uma época mágica. Embarca com a professora Tita e os seus alunos numa viagem maravilhosa ao sítio onde a magia acontece, A Oficina do Pai Natal. Descobre como se prepara tudo para a noite mais esperada do ano. No final do livro poderás aprender lengalengas, uma canção e dramatizar uma peça de teatro.


Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal no 3º ciclo. Paul Auster compra os seus cigarros holandeses numa determinada tabacaria de Brooklyn, cujo proprietário, de alcunha literária Auggie Wren, tem um curioso hábito: fotografar a sua rua a diversas horas, em diferentes estações, ano após ano. No Natal de 1990, o The New York Times pediu a Paul Auster um conto natalício e será Auggie a inspirá-lo ao contar uma história plena de ternura. Mas a inspiração não tocou apenas a Paul Auster, já que o realizador de cinema Wayne Wang decidiu contactá-lo e propor uma colaboração que acabaria por dar origem ao filme Smoke, cujo final é, precisamente, A HISTÓRIA DE NATAL DE AUGGIE WREN.


Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos. Ninguém sabe os contratempos que um Pai Natal sofre para levar a tempo e horas todas as prendas que as crianças irão receber, mal abrirem um olhito na manhã de cada dia 25 de Dezembro!  Eu, que fui Pai Natal durante vários anos, posso garantir-vos que, quando chega Dezembro, todos os Pais Natais andam de um lado para o outro com o coração nas mãos. Eu era apenas «um poeta guloso, comilão e bem-disposto». Mas um dia, o Pai Natal, o verdadeiro, o que vive na Lapónia - pediu-me que o substituísse naquele ano. E na verdade, eu tinha tudo para ser um óptimo Pai Natal: uma barriga redondinha, bochechas vermelhas e barba branca, e, sobretudo, uma enorme vontade de fazer as crianças felizes.




Regulamento:

1 – Objetivos:
1.1.         Incentivar a expressão escrita;
1.2.        Estimular a criatividade.

2 – Modalidade:
2.1. Carta.

3 – Condições de Participação:
3.1. Apenas poderão participar neste concurso alunos do 1º ciclo e 2º ciclos do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa.
3.2. Os trabalhos deverão ser inéditos e da autoria dos alunos, sob pena de serem desclassificados.
3.3. Cada concorrente poderá participar apenas com um trabalho.

4 – Apresentação dos Trabalhos:
4.1. Os trabalhos deverão ser apresentados em folha A4 (no máximo uma página), dactilografada ou manuscrita em caligrafia legível.
4.2. Todas as cartas deverão estar identificadas com o nome completo, ano e número do aluno.
4.3. Todas as cartas deverão ser entregues dentro de um envelope e recolhidos pelo respetivo professor do ano / classe.

5 – Data de Entrega:
A data limite para a entrega dos trabalhos será o próximo dia 17 de dezembro.

6 – Júri:
6.1. Os trabalhos serão avaliados por um júri constituído por dois elementos da equipa da BE/CRE).
6.2. Esta avaliação obedecerá aos seguintes critérios:
     J Criatividade;
     J Originalidade;
     J Correção textual.

6.3. Os trabalhos serão apreciados de acordo com o ano de escolaridade.
6.4. Todas as decisões do júri serão soberanas, não sendo, por isso, passíveis de recurso e / ou reclamações.
6.5. Competirá ao júri resolver casos omissos neste regulamento.

7 – Prémios
7.1. Será atribuído um prémio por ano (caso se verifique a existência de trabalhos em número suficiente a concurso e com qualidade para serem premiados)
7.2. Os resultados serão afixados no início do 2º período, no placard existente à entrada da Biblioteca e no blogue da biblioteca.

8 – Notas finais:
A participação neste concurso implica a aceitação do presente regulamento.


Santa Cruz da Trapa, 02 dezembro de 2015
A Equipa da BE/CRE

terça-feira, 1 de dezembro de 2015



Revolução do 1º de dezembro de 1640
1 de dezembro de 1640
Fim da União Ibérica
Restauração da Independência de Portugal
Início da Dinastia de Bragança




1 de dezembro - 
Dia da Restauração da Independência de Portugal


Pela segunda vez, o dia da Restauração da Independência não é feriado nacional.
Até 2012, o dia da Restauração da Independência, 1 de dezembro foi feriado nacional. No entanto, a partir de 2013 e como parte de um pacote de medidas que visa aumentar a produtividade, o governo português decidiu eliminar o feriado de 1 de dezembro. A comemoração da Restauração da Independência já não será comemorada com um feriado pelo menos até 2017.

1 de dezembro de 1640
Esta data relembra a ação de nobres portugueses, que a 1 de dezembro de 1640, invadiram o Paço Real e aclamaram D. João, duque de Bragança, como rei de Portugal.
A Restauração da Independência foi o culminar de um período de grande descontentamento por parte da população portuguesa que não estava satisfeita com a união ibérica, entre Portugal e Espanha. A união ibérica originou problemas à população portuguesa, com sobrecarga de impostos e envolvimento de Portugal nos conflitos de Espanha.
Com a morte do jovem D. Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, Portugal enfrentou um problema de sucessão. Após o insucesso do Cardeal D. Henrique no comando da monarquia, Portugal foi regido por D.Filipe II, rei de Espanha, durante 60 anos, período que ficou conhecido por Domínio Filipino.

Por que motivo se comemora esta data?
Foi neste dia de 1640 que Portugal voltou a ser um país independente. Se hoje, somos portugueses e não espanhóis, deve-se à coragem de um grupo de pessoas a quem chamaram Os Quarenta Conjurados que resolveu revoltar-se contra o domínio do rei de Espanha que tinha transformado o nosso território numa província espanhola.

Como é que Portugal tinha deixado de ser um país independente?
Rei D. Sebastião


Rei D. Henrique (Cardeal D. Henrique)


Quando o jovem rei D. Sebastião desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir em 1578, sucedeu-lhe o Cardeal D. Henrique que não tinha herdeiros. Após o falecimento deste Cardeal em 1580, Filipe II de Espanha é aclamado rei nas Cortes de Tomar em 1581, dado que era ele que estava mais próximo de herdar a coroa portuguesa por ser neto do rei D. Manuel I. Começa assim o domínio filipino.

O que é o domínio filipino?

Rei D. Filipe I (espanhol)

É o período em que Portugal é governado por três reis espanhóis, todos eles de nome Filipe: Filipe I, Filipe II e Filipe III. Este período decorre entre 1581 e 1640.

O que motivou a população a revoltar-se no dia 1 de dezembro de 1640?
A nossa população estava a empobrecer devido à pressão espanhola sobre o nosso país, a saber:
- Tínhamos deixado de receber os lucros do comércio com outros continentes e países europeus;
- Eram prejudicados os burgueses;
- Os cargos mais importantes no nosso território eram para os espanhóis – eram prejudicados os nobres e o clero;

Rei D. Filipe III (espanhol)

-Toda a população tinha que pagar impostos elevados – todos eram prejudicados, até o povo.

Outras causas que contribuíram para a revolta
- Espanha tinha-se tornado num país muito forte e  com demasiados inimigos, que passaram a considerar o nosso território também como inimigo, a ponto de nos envolvermos em guerras que não eram nossas.
- Outras províncias espanholas pretendiam ser independentes. A mais importante de todas era a Catalunha que fez guerra a Filipe III que, assim, deixou de ter possibilidade de fazer guerra também a Portugal.

Palácio onde se realizou a última reunião

Como foi restaurada a independência no dia 1 de dezembro de 1640?
Em 1640, o rei de Espanha está envolvido na Guerra dos 30 anos e se não tinha forças para  enfrentar a guerra contra a Catalunha, muito menos conseguiria fazer guerra a Portugal.
Aproveitando esta situação, um grupo de nobres decide que o Duque de Bragança é quem merece ser rei de Portugal e resolve fazer reuniões para organizar uma revolta.

Miguel de Vasconcelos é atirado à rua

Assim, no dia 1 de dezembro, por volta das 07:00 horas, um grupo de nobres, os Quarenta Conjurados, invade o palácio real e mata o secretário de estado Miguel de Vasconcelos. A Duquesa de Mântua, que tinha o cargo de Vice-Rainha, é obrigada a ordenar a rendição das forças fiéis ao rei de Espanha.
Por volta das 10:00 horas,  todo o povo de Lisboa adere à revolução e fica a saber que o Duque de Bragança já é rei de Portugal e terá o nome D. João IV.

Todo o país se une à revolução e festeja a RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL.

Coroação de D. João IV

D. João IV





Recordamos-te que, na página do nosso blogue,  podes encontrar livros digitais sobre vários Reis de Portugal.


Para melhor conhecer a história do rei que permitiu que o nosso país se libertasse da dinastia dos Filipes, ler o livro virtual – “D João IV, O Restaurador”







O poema que novos e velhos declamavam ao clarear do dia 1.º de Dezembro.


Salvé o 1º de dezembro de 1640!

Eu gosto de recordar
O dia que ao despontar
Já vi livre a Pátria minha.
Esta Pátria tão ditosa, tão linda e 'valerosa'
Das outras Pátrias, Rainha!

Portugueses, celebremos
O Dia da Restauração
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A Fé nos Campos de Ourique,
coragem, fé e valor.
Os famosos 'de Quarenta' 
Que lutaram com ardor!