segunda-feira, 11 de abril de 2016

Afonso Cruz - Autor do mês de abril

O autor destaca-se não somente como escritor e ilustrador mas também no campo da música (a banda The Soaked Lamb) e como realizador de filmes de animação.
Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, nas Belas Artes de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Vive num monte alentejano perto de Casa Branca, no concelho de Sousel. As suas obras já ganharam vários Prémios Literários.


A Carne de Deus (2008)
Enciclopédia da Estória Universal (2009)
Os Livros que Devoraram o Meu Pai (2010)
A Boneca de Kokoschka (2010)
A Contradição Humana (2010)
O Pintor Debaixo do Lava-Loiças (2011)
Enciclopédia da Estóia Universal - Recolha de Alexandria (2012)
Jesus Cristo Bebia Cerveja (2012)
O Livro do Ano (2013)
Enciclopédia da Estória Universal - Arquivos de Dresner (2013)
O Cultivo de Flores de Plástico (2013)
Assim, Mas Sem Ser Assim (2013)
Para Onde Vão os Guarda-Chuvas (2013)

Colaborações

Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas (2010)
Prazer da Leitura (2011).
O Caso do Cadáver Esquisito (2011).
Vollüspa - Antologia de Contos de Literatura Fantástica (2012).
Isto Não É um Conto (2012).
21 Cartas de Amor (2013).
A Misteriosa Mulher da Ópera (2013)

domingo, 10 de abril de 2016

TOP LEITOR

O concurso Top Leitor  tem como objetivos principais promover o livro e a leitura e contribuir para o aumento dos hábitos de leitura recreativa, premiando os nossos leitores mais dedicados.

Descrição
Os alunos requisitam os livros que pretenderem ler, sendo contabilizados todos os livros que requisitarem.

Destinatários
Todos os alunos do Agrupamento

Calendário
O concurso decorrerá ao longo de todo o ano letivo.
No final de cada período, será afixada, na biblioteca, a lista dos leitores do trimestre.

Prémios
1.º lugar: um livro 
2.º lugar: um livro 
3.º lugar: um livro 

Para a atribuição dos prémios ter-se-á em conta o seguinte critério:
- alunos com mais livros lidos ao longo do período.

2º período
1º - Bernardo Sol Fernandes 6º ano – 23 requisições
2º - Daniela Rodrigues Soares 4º ano – 16 requisições
3º- Tomás Gomes Correia 1º ano - 15 requisições

Estes alunos receberam o prémio na Biblioteca Escolar. 

Parabéns! Continuem a ler!




sexta-feira, 8 de abril de 2016

quinta-feira, 7 de abril de 2016

A iniciativa era: “E SE FOSSE EU? FAZER A MOCHILA E PARTIR”  - 6 de abril de 2016



Esta iniciativa, da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE), o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) pretende sensibilizar as crianças e os jovens para as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir da guerra, procurando proteção humanitária. 

Esta atividade tem por objetivo sensibilizar as crianças e os jovens para a realidade dos refugiados, promovendo assim o compromisso bem acolher quem procura proteção humanitária e concretizando os princípios de uma sociedade democrática e inclusiva.

E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”, uma iniciativa desenvolvida com a docente de EMRC, Isabel Tomé,  que visa a sensibilização das crianças e dos jovens para as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir da guerra, procurando proteção humanitária, promovendo assim o compromisso de os receber de forma respeitadora e concretizando os princípios de uma sociedade democrática e inclusiva. 

Assim aconteceu, como previsto, na Biblioteca Escolar e em várias salas de aula do nosso Agrupamento.

Os refugiados

Os refugiados vêm de muito longe. 
Vêm da Síria, do Iraque e do Afeganistão.
Chegam em barcos, tristes e cansados, à procura de paz e de pão!

Os refugiados fogem da guerra, da fome, da violência e vêm com a esperança 
de encontrar amor, solidariedade e amizade.
Contam connosco para continuarem a viver e para encontrarem um país que os possa acolher e ajudar a ter uma vida sem violência e onde haja alimentação.

Trazem as suas vivências e têm bom coração.
Vamos deixá-los entrar na nossa aldeia, na nossa sociedade e ajudá-los a encontrar a paz, a alegria, o pão de cada dia e o trabalho necessários para que voltem a ser felizes e para que não sintam tanto a saudade dos seus países e dos familiares que ficaram para trás por causa das guerras e das pessoas más.

Os refugiados pedem-nos ajuda. Vamos também nós dizer NÃO? Pois eu digo que quero ajudar e contribuir para acolher, alimentar e dar uma casa aos nossos amigos que chegam em barcos, tristes e cansados, à procura de paz e de pão!


Sara Rita Gonçalves Martins (4º ano)

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Concurso Histórias da Ajudaris - 2016 
Elos Solidários - Histórias da Ajudaris'16".




Esta Associação lançou o desafio ao nosso Agrupamento para participar no concurso solidário, de produção de histórias, que no presente ano, são subordinadas ao tema Alimentação e decorreu de 31 de janeiro até 30 de março , destinado a crianças e jovens que frequentam o ensino pré-escolar, o 1.º e o 2.º Ciclos do Ensino Básico.
O nosso agrupamento é muito solidário e várias turmas, sob orientação da professora de Educação Moral e Religiosa Católica, Isabel Tomé, participaram neste desafio. As histórias podiam assumir qualquer género literário.
Desta participação resultaram várias histórias, das quais foram selecionadas várias e enviadas quatro, para o concurso "Histórias da Ajudaris'16", que se forem escolhidas serão ilustradas por ilustradores conceituados, parceiros da instituição, e compiladas em livro.
O Projeto "Histórias da Ajudaris'16".é  composto por livros, histórias e ilustrações em que as crianças são as protagonistas e as autoras na partilha de magia e de criatividade, com os seus pares e com a sociedade em geral. Colhendo a inspiração em temas como a cidadania, a solidariedade, a partilha e os afetos, ingredientes essenciais naquela que é a missão da Ajudaris, estes jovens são desafiados a crescerem como cidadãos mais ativos, conscientes e integrados.
O projeto “Histórias da Ajudaris” pretende angariar fundos através da venda solidária dos livros, que revertem em prol dos projetos sociais em desenvolvimento, pela instituição. 
Gostamos muito de participar nesta rede de afetos, que muito contribui para a promoção da leitura, da escrita, da arte e, sobretudo, para o desenvolvimento do espírito de solidariedade, cidadania e de entreajuda nos nossos alunos mais jovens.

A diretora da Ajudaris, Drª Rosa Mendes Vilas Boas, referiu o seguinte: "É com imensa alegria que confirmamos a receção das magníficas histórias do Agrupamento de Escolas de Santa Cruz da Trapa. Os nossos parabéns aos pequenos grandes autores e professores solidários, as histórias estão verdadeiramente bonitas. Certamente vão causar as delícias de todos, os que se deixarem contagiar pela magia das "Histórias da Ajudaris'16".
Toda a entrega e afetos que este projeto de "Histórias da Ajudaris" envolve estão espelhados na beleza dos textos que os pequenos grandes autores criaram com a orientação dos professores solidários que acolhem este projeto. Mais do que um concurso é uma rede de afetos e conhecimento!”

As histórias selecionadas foram as seguintes:


Canção da boa alimentação

Se queres crescer forte, bonito e cheio de boa disposição, 
alimenta-te bem e partilha o pão.
Precisas de amigos e de uma boa alimentação para teres energia e, com alegria, cantares alto esta canção!

Vá! Juntos queremos comer o bom pão!
Só juntos somos amigos do coração!

Peixes e carnes são mesmo deliciosos! E os sumos naturais? 
São líquidos poderosos…
Dizes que és meu amigo! Prova-o então! Entra na roda e dança a minha canção!

Vá! Juntos queremos comer o bom pão!
Só juntos somos amigos do coração!

Olha que também é muito importante estares sempre bem hidratado. 
Toma muita água pois é um valioso cuidado e nunca deixes de lado o teu irmão!                  

Vá! Juntos queremos comer o bom pão!
Só juntos somos amigos do coração!

É muito importante e deves sempre lembrar! Uma alimentação saudável
ajuda no bem-estar.

Vá! Juntos queremos comer o bom pão!
Só juntos somos amigos do coração!

Trabalho realizado por Matilde e Micaela (5º A)

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Os refugiados

Os refugiados vêm de muito longe. 
Vêm da Síria, do Iraque e do Afeganistão.
Chegam em barcos, tristes e cansados, à procura de paz e de pão!

Os refugiados fogem da guerra, da fome, da violência e vêm com a esperança 
de encontrar amor, solidariedade e amizade.
Contam connosco para continuarem a viver e para encontrarem um país que os possa acolher e ajudar a ter uma vida sem violência e onde haja alimentação.

Trazem as suas vivências e têm bom coração.
Vamos deixá-los entrar na nossa aldeia, na nossa sociedade e ajudá-los a encontrar a paz, a alegria, o pão de cada dia e o trabalho necessários para que voltem a ser felizes e para que não sintam tanto a saudade dos seus países e dos familiares que ficaram para trás por causa das guerras e das pessoas más.

Os refugiados pedem-nos ajuda. Vamos também nós dizer NÃO? Pois eu digo que quero ajudar e contribuir para acolher, alimentar e dar uma casa aos nossos amigos que chegam em barcos, tristes e cansados, à procura de paz e de pão!

Sara Rita Gonçalves Martins (4º ano)

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A história de uma aldeia

Era uma vez uma aldeia que estava dividida em duas partes. Uma parte era riquíssima e a outra era muito, muito pobre.

O Rei que governava a aldeia era tão ganancioso que queria todos os alimentos que existiam na aldeia para si e para os seus amigos.
Na parte pobre da aldeia todas as famílias passavam fome e mendigavam para sobreviver, mas o Rei e os amigos não queriam saber.

Um dia uma das famílias pobres encheu-se de coragem e foi ao palácio do Rei pedir justiça, mas o Rei ficou muito irritado e mandou fazer uma lei em que até o pão que os pobres mendigavam teria que ser para ele.
Nesse dia os habitantes da aldeia juntaram-se e fizeram uma manifestação… choraram tanto que os campos ficaram inundados e deixaram de poder ser cultivados.

O Rei mandou fazer uma lei para os pobres não chorarem, mas nada resolveu e a fome e a pobreza começaram a espalhar-se.
Então o Rei percebeu que não podia fazer leis para mandar nos sentimentos das pessoas e deu ordens para que todas as famílias da aldeia tivessem os alimentos necessários para serem felizes e saudáveis.

Desde aquele dia a aldeia deixou de estar dividida em duas partes e já não tem ricos nem pobres, nem um Rei ganancioso. Todos têm o que precisam e são todos muito amigos e muito felizes.

André Pinho (4º D)

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Igualdade

Sei que ainda sou criança
Mas acreditem que sei ver
Se é certo ou errado
O que devemos fazer!

Respeitar o meu amigo
Como se fosse um diamante,
Seja ele do meu país
Ou de uma terra distante!

Partilhar a refeição, não estragar o que se come, 
pois sei que muitos meninos ainda morrem de fome!

Respeito os meus conhecidos,
Colegas e adultos.
Empresto os meus brinquedos
E somos todos amigos.

Tenho interesse pela terra
E mantenho a escola asseada.
Não deito lixo para o chão
E ajudo a bicharada.


David Cardoso (5º A)




Saber mais:
https://www.youtube.com/watch?v=JhowXmaGtIM
http://www.ajudaris.blogspot.pt/
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/Roteiro/uploads/ficheiros/regulamento_ajudaris.pdf
https://www.youtube.com/watch?v=r9BFKDiWjCA

domingo, 3 de abril de 2016

Dia internacional do livro infantil 2016


No dia 2 de abril comemorou-se o nascimento de Hans Christian Andersen. A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.


Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2016, a DGLAB convidou o escritor e ilustrador Afonso Cruz, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz.

A mensagem do IBBY internacional, [este ano] da responsabilidade do Brasil, consta de um texto da escritora Luciana Sandroni e um cartaz do ilustrador Ziraldo.



sexta-feira, 1 de abril de 2016

Top Leitores
Divulgamos os nomes dos leitores com um maior número de obras requisitadas, bem como os títulos mais procurados para leitura domiciliária.

Parabéns a todos! Continuem a navegar pelo maravilhoso mundo do conhecimento oferecido pelos livros.


Requisições do 2.º período - 2015/2016

Requisições domiciliárias