quinta-feira, 14 de abril de 2016

Banda Desenhada

A banda desenhada materializa em desenho um conteúdo anteriormente expresso em palavras. É, por isso, uma narrativa numa relação complexa entre o texto e a imagem.
É necessário um trabalho conjunto entre argumentista e desenhador  para nascer a história final. João Paulo Cotrim e António Jorge Gonçalves, autores de algumas das bandas desenhadas portuguesas mais marcantes, falam sobre o processo de criar um livro de banda desenhada e da evolução que esta arte foi tendo até hoje.
Este extrato do “Nativos Digitais” apresenta também uma breve história da banda desenhada e uma reflexão sobre o seu lugar num mundo cada vez mais digital.

http://ensina.rtp.pt/artigo/banda-desenhada/

Vasco Granja, uma vida em banda desenhada

Vasco Granja (1925–2005) foi um grande divulgador de Banda Desenhada que trabalhou em revistas da especialidade, ficando ainda conhecido pelos programas que manteve na televisão pública RTP durante vários anos.
Trabalhou no comércio, antes de integrar a Livraria Bertrand onde trabalhou toda a vida.
Fez parte do núcleo fundador da revista francesa de banda desenhada “Phénix” e em Portugal integra a equipa que fez a edição portuguesa da revista “Tintin”, em 1968, escrevendo e traduzindo artigos
Foi diretor da segunda série da edição portuguesa da revista “Spirou”, e coordenou o sector da edição de banda desenhada da Bertrand.
Participou com regularidade em salões nacionais e internacionais de BD.
Antes do 25 de abril de 1974, foi também preso pela PIDE várias vezes devido às suas ligações ao Partido Comunista Português.

http://ensina.rtp.pt/artigo/vasco-granja-vida-banda-desenhada/#sthash.yMoDDgYY.dpuf

Livros digitais

Graças aos tablets e a telefones com ecrãs cada vez maiores, passámos a ter mais um suporte para ler livros. Mas será que os e-book são bons ou maus para o mercado livreiro e editorial? E os livros em papel, serão um dia artigos raros e para colecionar?
O livro digital é agora um termo corriqueiro, mas há poucos anos era inconcebível que simples aparelho portátil pudesse armazenar centenas de livros, para ler, sublinhar e partilhar, de forma instantânea.
São cada vez mais os livros eletrónicos disponíveis, quer em novas, quer em edições antigas, até de publicações que estavam já esgotadas e cuja leitura era impossível. Normalmente, os e-book são mais baratos do que a versão em papel (há centenas gratuitos e disponível para download, principalmente em língua inglesa, mas também em português do Brasil e de Portugal) e tornam-se muito cómodos porque podem ser transportados na memória do telefone ou do tablet, por maiores que sejam. Na verdade, podemos ter uma verdadeira enciclopédia em cem fascículos no bolso. Por causa disso, algumas novas edições já só existem em suporte digital. 

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